5 óleos essenciais indispensáveis

Árvore-do-chá (Malaleuca alternifolia)

O óleo essencial de árvore do chá também conhecido por tea-tree, tem uma vasta gama de aplicações uma vez que é “activo no combate às três categorias de organismos infecciosos: bactérias, fungos e vírus” (Davis). Assim este O.E. é útil numa série de infecções fúngicas e virais (pé-de-atleta, aftas, micoses, herpes, etc): 1 a 4 gotas em massagem sobre a pele (dependendo da área).

Para evitar o mau odor nos pés, juntar algumas gotas deste O.E. a amido de milho ou bicarbonato de sódio e polvilhar as palminhas dos sapatos.

Alfazema (Lavandula Angustifolia)

Considerado como o óleo essencial mais versátil, o O.E. de alfazema pode ser útil em caso de picadas de insecto, queimaduras, stress, pequenas feridas (ajuda a cicatrizar),etc. A sua acção é suave pelo que costuma ser bem tolerado por pessoas de todas as idades.

Para as indicações nervosas (stress, agitação, ansiedade)  aplicar 3 gotas na planta do pé, na face interna dos pulsos ou no plexo solar; 2 gotas no colarinho do pijama, na fronha da almofada ou em difusão favorecerão um adormecer rápido e um sono reparador; para aliviar picadas de insecto aplicar uma gota de alfazema;

Hortelã-pimenta (Mentha piperita)

A hortelã-pimenta é útil para problemas do sistema digestivo (indigestão, flatulência, mau hálito), para dores de cabeça e para ajudar a combater a fadiga.

Para aliviar a sensação de cabeça pesada – aplicar 2 gotas deste O.E. sobre as têmporas ou na região dolorosa (evitar o contacto com os olhos ou aplicações próximas das regiões oculares). Para combater a fadiga, colocar uma gota de O.E. na face interna dos pulsos e inalar. Para problemas digestivos: 5 gotas deste O.E. diluídas em 5 gotas de óleo de caroço de alperce em massagem no ventre (Baudoux). Contra o enjoo das viagens: aplicar uma gota de O.E. sobre as têmporas antes da viagem.

Perpétua ou Helicriso (Helichrysum italicum)

É o produto natural com a acção anti-hematoma mais poderosa. Indispensável no estojo familiar de primeiros socorros. Também é útil para contusões e distensões musculares.

Hematomas e contusões – 4 gotas de O.E. de perpétua/helicriso + 4 gotas de O.E. alfazema diluídas em 10 gotas de óleo vegetal de Hipericão (Jean-Pierre Willem);

S.O.S pós-barba – para acalmar a irritação, a vermelhidão e os pequenos cortes: 3 ml de alfazema latifólia + 0.5 ml de O.E. de Perpétua ou helicriso + 6,5 ml de óleo de caroço de alperce. Aplicar algumas gotas desta mistura na área afectada (Baudoux).

Ravintsara (Cinnamomum camphora)

Mais um óleo essencial para incluir na sua “farmácia caseira”. Útil em caso de constipações, gripes, febre, imunidade débil, períodos de convalescença, fadiga ou astenia… Anti-viral e estimulante imunitário com acção expectorante e neurotónico (poderoso energizante).

Afecções virais de todo o tipo – 5 gotas deste O.E. em massagem de ambos os lados da coluna vertebral ou sobre o tórax, consoante a afecção; durante as epidemias gripais de inverno, em difusão atmosférica 3 vezes por dia durante 15 minutos: 3 gotas de O.E. de Ravintsara + 4 gotas de 0.E. de limão + 3 gotas de O.E. de Eucalipto.

Precauções:

  • Se estiver grávida ou a amamentar, consulte o seu médico antes de utilizar óleos essenciais (e por precaução não utilize óleos essenciais durante os primeiros 3 meses de gravidez). O mesmo se aplica se tiver algum problema de saúde (epilepsia, hipertensão arterial, etc.) ou tomar alguma medicação.
  • Nunca deixar os frascos ao alcance das crianças
  • As pessoas com tendências alérgicas, deverão tomar a precaução preliminar de fazer um teste alérgico aos óleos essenciais que vão usar;
  • Não aplicar óleos essenciais em estado puro na pele sensível;
  • Evitar o contacto com os olhos e mucosas.

Aviso: o conteúdo, a informação e as sugestões contidas neste artigo não podem ser entendidas como prescritivas. Qualquer tentativa de resolver um problema de saúde deve sempre ser feita com o auxílio de um técnico de saúde devidamente qualificado.

Bibliografia:

Dominique Baudoux, L’huile essentielle à tous les étages, Soliflor.

Jean-Pierre Willem, Les Huiles Essentielles médicine d’avenir, Éditions du Dauphin.

Patricia Davis, Aromaterapia, 1996, Edições Martins Fontes.

Créditos imagens:

Jeshoots – imagem 1; Nomao saeki- imagem 2; Averie woodard – imagem 3; Lara cores – imagem 4; Nathan Wolfe – imagem 5

Abeego: uma solução prática e sustentável para embrulhar e preservar alimentos

Abeego é um invólucro reutilizável feito de cânhamo e algodão embebido em cera de abelha óleo de jojoba e resina, que protege os alimentos deixando-os respirar e mantendo-os frescos. É uma alternativa ecológica à película aderente, aos sacos de plástico com fecho e às folhas de alumínio permitindo embrulhar e preservar os alimentos. É maleável e ligeiramente aderente pelo que pode ser facilmente ajustado aos recipientes ou dobrado.

Pode ser utilizado para:

  • Cobrir recipientes com alimentos ou proteger restos de comida no frigorífico;

  • Para embrulhar sandes ou lanches, mantendo a sua frescura;

  • Preservar os alimentos cortados

  • Para conservar o pão

  • e até pode ser moldado como um saco para guardar os seus legumes:

Para mais informações sobre as diferentes formas de utilização, visite o canal youtube da marca

Como cuidar do seu Abeego:

Lave o seu invólucro abeego com água fria como se fosse um prato (ou passe um pano húmido). Se necessitar, poderá utilizar um sabonete natural e ecológico como por exemplo o sabonete da Dr. Bronner. Deixar secar ao ar.

Quando não precisar de utilizar o seu abeego, enrole-o e arrume-o num local fresco ao abrigo do calor. Também poderá mantê-lo liso, arrumando-o entre duas tábuas de corte.

O abeego pode durar até um ano com os cuidados adequados. No final da sua vida útil pode ser compostado.

Como tudo começou:

Toni Desrosiers, uma nutricionista preocupada com questões ambientais e de saúde, criou os abeego em 2008 no Canadá. Naquela altura os meios de comunicação social tinham começado a divulgar os perigos do BPA e, no seu local de trabalho, muitas mães começaram a perguntar-lhe como poderiam embrulhar os lanches dos filhos sem recorrerem ao plástico. Toni começou por fazer uma pesquisa sobre como eram conservados os alimentos antes de existirem invólucros de plástico e descobriu duas características comuns: todas as soluções eram naturais e respiráveis. Depois de um longo processo de tentativas e erros criou finalmente os abeego, utilizando apenas materiais naturais cujas propriedades ajudam a preservar os alimentos.

Vantagens:

  • A cera de abelha tem propriedades anti-bacterianas, ajudando a conservar os alimentos e reduzindo desperdícios
  • É natural e respirável agindo de forma semelhante à casca dos alimentos, mantendo-os frescos
  • É biodegradável e compostável
  • É lavável e reutilizável

Outras informações:

  • O abeego não deve ser utilizado para embrulhar directamente ananás ou carne crua;
  • É adequado para cobrir recipientes com alimentos fermentados (yogurte, kéfir, etc);
  • Pode ser utilizado para conservar alimentos no congelador durante um curto período de tempo (não mais de um mês);
  • Todos os materiais utilizados são naturais e os alimentos muito pigmentados poderão manchar o seu abeego;
  • Em contacto com o calor a cera de abelha derrete pelo que não deve utilizar o abeego no forno, microondas…este também não deve ser lavado em água quente ou colocado na máquina de lavar loiça; deixe os alimentos arrefecerem antes de os cobrir com o abeego
  • Recomendamos que não corte o seu abeego (a menos que considere estritamente necessário). O abeego é mais funcional no seu tamanho original. É a sua antiga relação com o plástico que o faz pensar que precisa de cortar o seu abeego para que este tenha o tamanho exacto do recipiente/alimento. Lembre-se que terá o seu abeego por um longo período de tempo e mantendo-o no seu tamanho original permitir-lhe-à criar várias formas e utilizá-lo repetidamente. Caso decida cortar o seu abeego utilize uma tesoura muito afiada para obter um corte limpo.

Créditos imagens: Abeego

Saco Pa-Pão

Pequenos actos, quando multiplicados por milhões de pessoas, podem transformar o mundo” (Howard Zinn)

Este é um projecto português e amigo do ambiente desenvolvido pelo André Silva (também fundador do bio em casa). Com o saco pa-pão recupera-se uma tradição perdida e ajuda-se a preservar o ambiente. Ao fim de um ano, quantos sacos de plástico e/ou papel vão normalmente para casa com o pão? E quantos foram diretamente para o lixo ou para a reciclagem? Utilizar um saco de algodão reduzirá esse desperdício, evitará a poluição, poupará os recursos do planeta, etc.

Segundo um estudo da Agência do Ambiente britânica, se utilizarmos um saco de algodão regularmente, basta um ano para que exista um impacto positivo em termos de poupança de recursos e uma diminuição das alterações climáticas.

Cada saco pa-pão é feito com as sobras de tecido de algodão biológico usados pela marca Natura pura, o que torna o projecto ainda mais sustentável.

Disponível em 2 tamanhos o “zão” (45x27cm, por 8.50€) e o “zinho” (35x34cm, por 6.90€). Encontram-nos aqui: https://www.circulobio.pt/loja-sacos-em-algodao

1 Textos retirados do blog Saco Pa-pão: http://bioemcasa.wixsite.com/sacopa-pao

10 Produtos Amigos do Ambiente

Viver uma vida mais saudável também equivale a viver uma vida mais ecológica, verde e sustentável, substituindo os produtos convencionais e com toxinas nocivas (para nós e para o ambiente) por produtos ecológicos. O ideal será escolher produtos que utilizam matérias-primas saudáveis, sustentáveis e sempre que possível cultivadas em modo de produção biológico. Os produtos “verdes” são produzidos com o menor impacto ambiental possível, as embalagens ou materiais utilizados são geralmente biodegradáveis ou recicláveis.

Hoje partilhamos consigo 10 produtos amigos do ambiente:

1 – Esponja Konjac : elaborada a partir da raiz da planta perene Konjac Amorphhophallus konjak nativa da ásia que cresce de forma espontânea em locais de alta altitude. É 100% biodegradável, sustentável e não contém corantes ou aditivos. A estrutura das fibras vegetais Konjac ajuda a estimular a circulação sanguínea e promove a renovação celular. Esta esponja (feita à mão com o menor impacto ambiental possível, saiba mais aqui) é adequada para a pele sensível e pode ser utilizada para limpar a pele em profundidade e para fazer uma esfoliação suave. Como não é necessário utilizar produtos de limpeza adicionais, além de poupar dinheiro poupa também o ambiente.

2 – Luffa – também conhecida como Esponja-Vegetal, é uma planta trepadeira anual. O fruto desta planta fornece uma esponja fibrosa que pode ser utilizada na higiene pessoal e na limpeza da casa.

3 – Escova de dentes ecológica para crianças e copo : o cabo ergonómico é feito de amido de milho 100% biodegradável por isso pode ser adicionado à compostagem. Se preferir reutilizar, que tal aproveitar os cabos para fazer letreiros para os seus vasos de ervas aromáticas (exemplo)? O copo é feito com bambu e casca de arroz e também é biodegradável. Pode ser utilizado para arrumar a escova de dentes e para beber água. Mais tarde podem usá-lo como vaso, por exemplo.

4 – Nozes saponárias: A casca das nozes saponárias contém saponina (propriedades bactericidas) que ao entrar em contacto com a água se dissolve e cuja acção é semelhante à do sabão. São multi-usos pois podem ser utilizadas para lavar a roupa, a louça e até como champô e gel de banho. Não poluem a água nem o ambiente e são biodegradáveis (podem ser reutilizadas como fertilizantes nos vasos e canteiros). Já falamos sobre estas nozes aqui.

5 – Sabonetes 18 em 1: estes sabonetes com ingredientes bio e de comércio justo são muito versáteis (podem ser utilizados como champô, gel de banho, para a limpeza de superfícies ou para fazer produtos de limpeza, etc). Como são multi-usos evita ter de comprar vários produtos e além disso os ingredientes utilizados são suaves para si e para o ambiente. São acondicionados em embalagens recicladas que podem ser aproveitadas para fazer vasos (exemplo 1, outros exemplos).

6 – Copo menstrual:  um produto ecológico para a higiene íntima feminina. Trata-se de um copo de silicone para utilizar (e reutilizar) durante o período menstrual. A sua utilização tem benefícios ao nível da saúde, ambiente e económicos: o silicone é hipoalergénico e aprovado pela FDA, não contém latex, químicos, gel absorvente ou agentes branqueadores; ecológico e económico: com a devida manutenção pode ser utilizado durante anos – poupamos dinheiro e o ambiente.

7 – Discos Desmaquilhantes Reutilizáveis em Algodão Bio – estes discos 100% algodão biológico, são macios e suaves. Podem ser utilizados para remover a maquilhagem ou para limpar o rosto. Depois de usados podem ser lavados na máquina. Uma alternativa mais ecológica e mais saudável para a limpeza da pele.

8 – Sacos reutilizáveis em algodão bio – para transportarem ou armazenarem alimentos são feitos na índia em pequenas empresas com garantias sociais, o algodão tem certificação biológica e a empresa responsável pela marca aderiu a um programa chamado “zero CO2” em que tenta reduzir e compensar as emissões de CO2.

9 – Escova para a loiça – em madeira de faia não tratada , com cerdas de fibras de agave e cabeça redonda substituível.

10 – Grow Pencil – um lápis aromático com sementes que “quando for pequeno” quer ser uma planta! Este lápis utiliza-se para escrever, e no final, em vez de se deitar fora, enterra-se num vaso, rega-se e nasce uma erva aromática ou uma flor comestível.

Afaste os mosquitos com soluções naturais

Certas plantas têm componentes repelentes, como por exemplo, a hortelã-pimenta, o alecrim, a citronela, a alfazema, o manjericão. Poderá encher recipientes com algumas destas ervas e colocá-los ao pé das janelas; outras sugestões: adicionar algumas gotas de óleo essencial de alfazema ou citronela a pedaços de algodão e espalhar pela casa ou pendurar raminhos destas ervas em diferentes locais da casa; A difusão de óleos essenciais repelentes também é uma boa opção.

Limão com cravinho – cortar um limão ao meio, espetar vários cravinhos e colocar próximo das janelas.

Vela de Citronela Bio

Notas: para 50 ml de cera colocar cerca de 20 gotas de óleos essenciais, para 100 ml cerca de 40; Também poderá utilizar outros óleos essenciais repelentes, por exemplo, hortelã-pimenta,  eucalipto, etc.

Procedimento:

Derreter a cera de abelha em banho-maria (lume brando).

Mergulhar o pavio na cera, retirar (com a ajuda de uma espátula) e colocar numa folha de papel vegetal, esticar e/ou endireitar o pavio e deixar secar (todo este processo ajuda o pavio a manter-se direito, torna a vela mais fácil de acender e ajuda-a a queimar mais lentamente). Quando o pavio estiver seco, colocá-lo no ilhó e apertar a base (saiba mais aqui).

Poderá colocar o ilhó com o pavio no centro do copo ou então colocar o pavio entre dois paus, prender com fita-cola e depois colocar no centro do copo.

Quando a cera estiver derretida, retirar do calor e ir mexendo. Adicionar o óleo essencial de citronela, mexer bem e despejar a mistura no copo/frasco (esta não deve estar nem muito líquida nem muito espessa). Deixar solidificar.

Spray Repelente Natural

Vai precisar de:

Procedimento:

Com a ajuda de um funil, deitar a glicerina no frasco spray, adicionar os óleos essenciais e agitar. Adicionar água até encher o frasco. Agitar bem. Aplicar sempre que necessário.

 

Dicas para melhorar a qualidade do ar interior

De acordo com os estudos realizados pela EPA (Agência de Protecção Ambiental Americana), a poluição do ar dentro de uma casa ou de um escritório pode ser 2 a 5 vezes superior à do ar de uma rua (1), podendo contribuir para vários problemas de saúde. A EPA classificou a poluição do ar interior entre os cinco principais riscos ambientais para a saúde pública (1).

Entre as principais fontes de poluentes, encontram-se os produtos químicos presentes em produtos que utilizámos todos os dias como por exemplo nos ambientadores e nos produtos de limpeza e higiene pessoal.

Propomos algumas dicas para melhorar a qualidade do ar interior:

  • Ter plantas que purifiquem o ar dentro de casa

Em 1989, a NASA publicou os resultados de um estudo (Interior Landscape Plants for Indoor Air Pollution Abatement) (2) que determinou quais as plantas mais indicadas para filtrar o ar num ambiente fechado. Durante a realização desse estudo foram considerados os poluentes mais comuns: benzeno, tricloroetileno e formaleído. Algumas das plantas estudadas e capazes de filtrar o ar foram: lírio da paz (Spathiphyllum “Mauna Loa”), crisântemos (Chrysanthemum morifolium), espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), hera inglesa (hedera helix), dracena (Dracaena marginata); Mais recentemente, em 2016, o Dr. Vadoud Niri da State University of New York apresentou os resultados de um estudo em que comparou a eficácia de cinco plantas de interior na remoção de oito poluentes do ar. Tal como já havia sido demonstrado em estudos anteriores (3), algumas plantas têm maior capacidade de remover certos poluentes do que outras, por exemplo, a dracena (Dracaena fragrans) foi a mais eficaz na absorção de acetona. A bromélia (Guzmania lingulata) foi a mais eficiente de todas, uma vez que conseguiu limpar 80% de seis dos oito poluentes testados num período de 12 horas (4). Como algumas plantas são mais eficazes a remover determinadas substâncias do que outras (3), a variedade é importante (5).

  • Arejar a casa para renovar o ar

Segundo a Deco, arejar a casa durante 10 minutos duas vezes por dia, mesmo no inverno, é a melhor forma de garantir um bom ambiente (6)

  • Substituir os ambientadores tóxicos por óleos essenciais ou outros ingredientes naturais para perfumar naturalmente a casa

Sugestões: adicionar algumas gotas de óleo essencial de limão a um borrifador com água. Agitar bem e borrifar esta mistura pelo ar. O óleo essencial de limão (citrus limonum) possui propriedades anti-sépticas, antibacterianas e desodorizantes. Devido a essas propriedades é útil  para desinfectar e desodorizar o ambiente; difusão de óleos essenciais: basta colocar algumas gotas de óleos essenciais purificantes num difusor; colocar cascas de citrinos e canela numa panela com água e levar ao lume, deixar ferver para que o aroma acolhedor se propague pela casa; colocar alfazema seca em pequenos sacos ou fazer pequenos ramos e colocar na casa de banho, nos armários e gavetas; fazer um difusor de ambiente ecológico (saiba como aqui).

Sugestões: as toalhitas de limpeza reutilizáveis são uma forma ecológica de limpar as bancadas, os azulejos e superfícies com ingredientes naturais e saudáveis. Veja como fazer as suas aqui; se preferir, faça o seu próprio líquido de limpeza multi-usospara limpar as carpetes e tapetes (que tendem a acumular partículas prejudiciais), misturar uma chávena de bicarbonato de sódio, 10 gotas de óleo essencial de limão e 10 gotas de óleo essencial de alfazema. “Polvilhar” as carpetes e os tapetes, deixar actuar durante 5 minutos e aspirar;  experimentar lavar a roupa com nozes saponárias: a casca destas nozes contém saponina (propriedades bactericidas) que ao entrar em contacto com a água se dissolve e cuja acção é semelhante à do sabão. Além de não poluírem a água ou o ambiente, são biodegradáveis (podem ser reutilizadas como fertilizantes nos vasos e canteiros).

(1) http://www.epa.gov

(2) https://ntrs.nasa.gov/archive/nasa/casi.ntrs.nasa.gov/19930073077.pdf

(3) https://en.wikipedia.org/wiki/NASA_Clean_Air_Study#Chart_of_air-filtering_plants

(4) https://www.acs.org/content/acs/en/pressroom/newsreleases/2016/august/selecting-the-right-house-plant-could-improve-indoor-air-animation.html

(5) http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/11/151127_plantas_poluicao_mdb

(6) Deco: ar interior dicas para melhorar

Créditos imagem: Eduard Militaru

As plantas medicinais e o sistema digestivo

Uma boa digestão é essencial para o bom funcionamento do organismo. Através do processo de digestão o corpo assimila e transforma os alimentos em energia necessária aos processos vitais. Se o nosso sistema digestivo estiver a funcionar mal pode haver um aumento de “bactérias e leveduras que fermentem os resíduos alimentares não digeridos, transformando-os em compostos reactivos”(4) que por sua vez podem ser reabsorvidos pelo organismo (auto-intoxicação).

Fortalecer e equilibrar o sistema digestivo para que os nutrientes sejam assimilados eficazmente é muito importante para a nossa saúde, especialmente nos dias de hoje devido ao stress e ao consumo de alimentos processados. Comer pausadamente, com a televisão desligada, mastigando bem os alimentos será uma grande ajuda, bem como, preferir alimentos de agricultura biológica. Outras sugestões:

  • Utilizar ervas-aromáticas e especiarias que auxiliem o processo digestivo: cardamomo, cravinho, gengibre, cominhos, açafrão-da-índia, orégãos, hortelã, salva, alecrim… Por exemplo, adicionar funcho, gengibre ou malvas às saladas melhora a digestão, bem como, comer durante a refeição (ou no fim) uma ou duas folhas de hortelã-pimenta. E sabiam que colocar segurelha na cozedura das leguminosas ajuda à sua digestão e evita a flatulência associada ao seu consumo?
  • Beber uma infusão de camomila, funcho, hortelã-pimenta, lúcia-lima ou gengibre antes ou após as refeições favorece a digestão.
  • Beber o chá Três anos (ou kukicha) melhora o funcionamento estomacal e intestinal e a bebida de kuzu (amido de uma raiz muito usada no Japão) fortalece o sistema digestivo.

Para aliviar náuseas, azia ou flatulência poderão utilizar as mesmas plantas referidas acima:

  • O gengibre alivia as náuseas e o enjoo do movimento, a hortelã-pimenta é tradicionalmente utilizada para aliviar as náuseas acompanhadas de dor de cabeça (ambas poderão ser utilizadas em infusão ou aplicar uma gota do óleo essencial num lenço ou bola de algodão e inalar) e a infusão de cidreira está indicada para náuseas devido a problemas emocionais.
  • As malvas e a camomila aliviam a azia.
  • As infusões de funcho, camomila, gengibre e hortelã-pimenta ajudam a combater a flatulência.

Em caso de indigestão além das infusões referidas acima, uma massagem na região abdominal com óleo essencial de camomila diluído num óleo base pode ajudar ou as cápsulas digestarom bio (com óleo essencial de hortelã-pimenta, limão, cardamomo e alcarávia)

Por vezes as pessoas têm dificuldade em digerir certos alimentos devido ao mau funcionamento do fígado e da vesícula biliar. A alcachofra e o dente de leão são plantas conhecidas pela sua eficácia nestes casos. A alcachofra ajuda a proteger o fígado e alivia a indigestão. A infusão de dente de leão é benéfica para os problemas de fígado e da vesícula biliar, estimula a produção de bílis e auxilia a digestão. É também utilizada para ajudar o organismo a eliminar toxinas. O dente de leão pode usar-se fresco em saladas.

Nota: Esta informação destina-se a fins educacionais e não substitui, de forma alguma, aconselhamento com um profissional de saúde.

Fontes consultadas:

(1) Amanda Ursell. Vitaminas e minerais

(2)  Andrew Chevalier. Enciclopédia de plantas medicinais

(3) Fernanda Botelho. As plantas e a saúde: guia prático de remédios caseiros

(4) Jennifer Harper. Desintoxicação do corpo, da mente e do espírito.

(5) Vicki Pitman. Fitoterapia: as plantas medicinais e a saúde

Créditos imagem: Martin Walls

Alergias de primavera: dicas para ajudar a aliviar os sintomas

Com a chegada da primavera os jardins começam a despertar, as flores abrem-se e libertam o seu perfume delicioso e o sol convida-nos a sair e a fazer actividades ao ar livre. Para algumas pessoas é uma época mágica, para outras significa o aparecimento ou o agravamento das alergias devido, entre outras coisas, ao aumento da concentração de pólenes no ar. A alergia é uma resposta exagerado do sistema imunitário à presença de um agente estranho (como por exemplo o pólen). O organismo reage produzindo um composto inflamatório que provoca a congestão e lacrimação. Assim surgem, espirros, pingo e comichão no nariz, olhos vermelhos…

Algumas dicas para ajudar a aliviar os sintomas das alergias de primavera

  • Infusões

Urtiga e sabugueiro* –As folhas de urtiga têm propriedades antialérgicas e ajudam a diminuir os sintomas das alergias. As flores de sabugueiro ajudam a reduzir a inflamação e têm um efeito descongestionante. 2 a 3 chávenas por dia.

Gengibre e hortelã-pimenta – têm um efeito descongestionante. Pode beber até 4 chávenas por dia.

  • Soluções nasais de lavagem ou descongestionantes nasais

A limpeza das narinas com soluções de lavagem também pode ajudar a reduzir os sintomas ou a utilização de um spray nasal descongestionante à base de óleos essenciais.

  • Óleos essenciais

Utilizados em inalação e em difusão: alfazema, eucalipto, camomila. Pode colocar uma pequena quantidade de óleo essencial num lenço ou bola de algodão e inalar sempre que sentir necessidade ou fazer inalações de vapor. A aplicação de massagens também pode ser benéfica. Mistura para difusão: eucalipto, hortelã-pimenta e limão (tem um efeito descongestionante e ajuda a aliviar a dor de cabeça). Coloque algumas gotas no seu difusor (de acordo com as instruções do mesmo).

  • Alimentação

Os lacticínios, os amidos refinados e o açúcar que tendem a estimular a produção de muco, devem ser reduzidos ao mínimo ou eliminados por completo.

Para os olhos irritados e vermelhos, as compressas de água de rosas proporcionam um grande alivio.

Receita de um Remédio caseiro para alergias sazonais*

Vai precisar de

  • 1 chávena de bicarbonato de sódio
  • Algumas colheres de chá de água
  • Óleos essenciais –eucaliptohortelã-pimentaalecrimlimão, ou uma combinação destes. Podem adicionar também o óleo essencial de alfazema que ajuda a relaxar

Procedimento

  • Pré-aquecer o forno a 176º
  • A quantidade de água não é exacta porque dependerá da humidade. Colocar o bicarbonato de sódio num recipiente e adicionar uma pequena quantidade de água. Mexer bem e adicionar mais um bocadinho de água. Continuar a fazer isto até que a mistura fique com a consistência ideal (a mistura fica homogénea e mantém-se unida ao apertar)
  • Colocar em pequenas formas e levar ao forno pré-aquecido (15-20 minutos)
  • Retirar do forno e deixar arrefecer
  • Adicionar os óleos essenciais, uma gota de cada vez e pouca quantidade
  • Retirar das formas e guardar num frasco

Como utilizar

Colocar um “bloco” na base do chuveiro durante o banho. O “bloco” dissolver-se-á e os óleos essenciais serão libertado e difundidos através do vapor, ajudando a limpar a congestão. Tomar banho ao fim do dia também ajuda a eliminar o pó e o pólen.

*O xarope de sabugueiro também ajuda a promover a saúde sazonal.

Nota: Esta informação destina-se a fins educacionais e não substitui, de forma alguma, aconselhamento com um profissional de saúde.

Fontes consultadas

Andrew Chevallier, enciclopédia de plantas medicinais

O poder curativo das vitaminas e dos minerais

Patricia Davis, Aromaterapia

*Receita  retirado do site da Herbal Academy of New England

Créditos imagem | Sebastian Smit

Óleos essenciais: o que são e como nos podem ajudar?

O que são óleos essenciais?
“Um óleo essencial é a essência volátil extraída de plantas aromáticas por arrastamento ao vapor de água. Este contém corpos químicos muito complexos, que consistem em múltiplos agrupamentos moleculares bastante diversos, cada um com propriedades diferentes (Pranarôm).” Assim, um único óleo essencial pode ser útil para uma variedade de situações. De um modo geral, “os óleos essenciais ajudam-nos a manter o equilíbrio ideal que representa a saúde e o bem-estar” (Davis).
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Como se obtêm os óleos essenciais?
“A maior parte dos óleos essenciais são obtidos por destilação por vapor de água, sob baixa pressão. A destilação é um processo delicado, que exige experiência e uma supervisão constante. O processo consiste em fazer atravessar por vapor de água um recipiente próprio cheio de plantas aromáticas. À saída do destilador e sob pressão controlada, o vapor de água enriquecido com óleo essencial atravessa uma serpentina onde vai condensar. Na saída, um decantador, recolhe a água e o óleo essencial. A diferença de densidade entre os dois líquidos, permite uma separação facilitada do óleo essencial, recolhido por desbordamento. Outro processo reservado aos citrinos (tangerina, limão, laranja,…), consiste em partir mecanicamente as “bolsas de essência” das raspas frescas de citrinos para recolher as essências” (Pranarôm).
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Como actuam os óleos essenciais?

Os óleos essenciais entram no corpo de diferentes formas: as suas moléculas são absorvidas pela pele, passando para o sistema circulatório; podem também ser inaladas, entrando nos pulmões e introduzindo-se dessa forma na corrente sanguínea ou estimulando as células olfactivas que estão em contacto directo com o sistema nervoso.

Como usar os óleos essenciais?

Os óleos essenciais podem ser utilizados pelas suas propriedades terapêuticas, virtudes cosméticas ou apenas pelos maravilhosos aromas. Podem ser aplicados através de compressas, massagens, no banho, em inalações, em pomadas, misturados com cremes para ajudar na saúde de pele. Podem também ser utilizados para criar perfumes, para desinfectar e limpar a casa, entre outras coisas.

 Como é que os óleos essenciais nos podem ajudar?

“A estrutura de um óleo essencial é complexa, o que faz com que um óleo não possua apenas uma única propriedade terapêutica, mas sim múltiplas.”

Algumas dicas:

Alfazema latifólia (Lavandula spica): “a lavanda latifólia fornece um óleo essencial qualificado para urgências, este terá um efeito “miraculoso” no alívio, quase instantâneo, de queimaduras e picadas de vespa. Dica: em picadas de vespa, aplicar 2 gotas deste óleo essencial  a cada 5 minutos durante meia hora.

Canela da china (Cinnamomum cassia): o seu poder antisséptico polivalente, anti-infeccioso e antibacteriano de largo espectro de acção e a sua actividade poderosa, destroem 98% das bacterias patogénicas. Dica: adicionar 1% deste óleo essencial ao seu detergente ecológico (1 ml de óleo por 100 ml de detergente)(Baudoux) “o aroma quente faz dele um excelente tónico geral, ajuda a manter-nos despertos e atentos durante viagens longas; Dica: colocar 1 gota deste óleo essencial num cubo de madeira, ou num lenço ou pano e colocar no carro, ou pendurar no assento por exemplo (Baudoux).

Cipreste (Cupressus sempervirens):  é adstringente sendo útil em caso de transpiração excessiva; Dica: composição para pés quentes e transpiração excessiva: palmarosa 2 ml + cipreste 5 ml + lavandim 10 ml + hortelã-pimenta 2 ml – 3 gotas desta mistura, em fricção, de manhá e à noite nas plantas dos pés.

Citronela (Cymbopogon winterianus): repelente de insectos. Dica:para uso diário, 2 gotas de citronela e 2 gotas de palmarosa, na parte interior da gola do pijama ou na almofada, permitirão manter à distância todos os insectos.

Cravinho (Syzygium aromaticum ou Eugenia caryophylus): útil para acalmar dores de dentes pois actua como anestésico e é também um antibacteriano poderoso. Dica: diluir 2 gotas deste óleo em 10 gotas de óleo vegetal, aplicar com um cotonete na gengiva dolorosa.

Eucalipto Citriodora (Eucalyptus citriodora) ajuda a aliviar rapidamente áreas com inflamação. Dica: diluir a 30 ou 50% e aplicar na área afectada.tem uma acção repelente.

Gaultéria (Gaultheria fragantissima): ajuda a aliviar as dores musculares associadas ao trabalho excessivo, às dores de costas, à artrite e a todos os problemas músculo-esqueléticos (permite que os músculos se distendam e diminuam a inflamação das articulações, tendões). Dica: aplicar 2 gotas deste óleo diluídas em 2 gotas de óleo vegetal sobre a zona inflamada ou dolorosa.

Gengibre (Zingiber officinale): ajuda a aliviar cólicas estomacais e náuseas. Também “é possível aliviar dores reumáticas através de massagens ou compressas, utilizando-se uma diluição baixa de óleo essencial” (Davis).

Incenso/Olíbano (Boswelia carterii): nos tratamentos de pele, o olíbano  ajuda a “devolver uma certa tonicidade à epiderme facial e a retardar o aparecimento de rugas” (Davis)

Laranja amarga Petitgrain (Citrus aurantium ssp amara): a laranjeira amarga ou petit grain oferece um óleo essencial de odor muito agradável, cuja simples inalação oferece calma, distensão e harmonia.

Lavandim super (Lavandula burnatii): em difusão atmosférica promove um estado de relaxamento e bem-estar. Difundido no quarto durante 30 minutos, antes de deitar, induzirá a um sono calmo, apaziguante e reparador.

Manjericão (Ocimum basilicum): antiespasmódico, em massagem sobre o abdómen (previamente diluído; 3 gotas deste óleo + 5 gotas de óleo vegetal) poderá aliviar dificuldades digestivas;

Manjerona (Origanum majorana): a manjerona oferece um óleo essencial precioso para todos os problemas com origem nervosa.

Niaouli (Melaleuca quinquenervia): é útil em todas as infecções do trato respiratório  bem como para proteger e tonificar a pele. Dica: 1 gota de niaouli no seu creme de noite será suficiente para beneficiar da acção tónica cutânea deste óleo essencial.

Palmarosa (Cymbopogon martini): “de fragrância muito agradável, eis um óleo essencial a lembrar para as afecções cutâneas. Dica: “no quotidiano 1 gota de palmarosa e 1 gota de alfazema latifólia, no seu creme de dia, regulará a secrecção sebácea, hidratará a sua pele e auxiliará a regeneração das células cutâneas.”

Perpétua das areias (Helichrysum italicum): “a perpétua fornece um óleo essencial excepcional, raro e precioso. É o produto natural e vegetal com a actividade anti-hematoma mais poderosa. Indispensável no estojo familiar de primeiros socorros, este óleo faz autênticos milagres.”

Ravintsara (Cinnamomum camphora): “para todas as afecções virais, este óleo essencial salvar-vos-à rapidamente de todas as complicações. A esta acção anti-viral, junta-se uma acção expectorante.” (Baudoux) Dica: “durante as epidemias gripais de inverno, 6 gotas em aplicação local na planta do pé ou sobre o tórax, de manhã e à noite, protegerão contra as agressões virais”

Tomilho (Thymus vulgaris qt linalol): para uma acção estimulante, 3 a 4 gotas ao longo da coluna vertebral e/ou sobre o plexo solar.”

Verbena exótica (Litsea citrata): no dia a dia e por forma a criar um ambiente agradável e anti-stress, utilize verbena exótica. Dica: sinergia relaxante para difusão: verbena exótica, tangerina e lavandim super em partes iguais.

Precauções de emprego dos óleos essenciais:
  • Por precaução e excesso de prudência, durante os 3 primeiros meses de gravidez, está interdito o uso de óleos essenciais. Apenas o médico ou aromaterapeuta pode assumir essa responsabilidade;
  • Aconselhe-se com o seu médico antes de utilizar óleos essenciais se tomar alguma medicação ou tiver algum problema de saúde (epilepsia, hipertensão arterial, etc.);
  • As pessoas com tendências alérgicas, deverão tomar a precaução preliminar de fazer um teste alérgico aos óleos essenciais que vão usar;
  • Não aplicar óleos essenciais em estado puro na pele sensível;
  • Evitar o contacto com os olhos e mucosas;

Sobre a Pranarôm

A Pranarôm Internacional S.A. é um laboratório especialista em aromaterapia científica, fundado em 1991 por Dominique Baudoux, farmacêutico e aromaterapeuta mundialmente reconhecido e admirado pelas suas numerosas publicações nessa área. Próxima dos seus artesãos-destiladores e actor empenhado no desenvolvimento sustentável e no cultivo responsável de plantas aromáticas, a Pranarôm assegura a disponibilidade de matéria prima selvagem ou com certificação biológica e controla a qualidade dos seus óleos essenciais, da planta até ao frasco, garantindo-vos óleos essenciais quimiotipados e botanicamente certificados, 100% naturais e puros.

Créditos/Bibliografia

Todos os conteúdos deste artigo (excepto quando têm outra indicação) foram retirados do livro “Óleos essenciais quimiotipados” (2015) da Pranarôm. Autores Dominique Baudoux e M.L. Breda. Editor responsável: J.O.M.

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Todas as imagens deste artigo são propriedade da Pranarôm

Baudoux, Dominique (2012). L’huile essentielle à tout les étages. Bruxelles: Éditions Soliflor

Davis, Patricia (1996). Aromaterapia. São Paulo: Martins Fontes.

Aviso

O conteúdo, a informação e as sugestões contidas neste artigo não podem ser entendidas como prescritivas. Qualquer tentativa de resolver um problema de saúde deve sempre ser feita com o auxílio de um técnico de saúde devidamente qualificado.